quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Rushkonda Beach e o dia em que nos sentimos mais próximos do Brasil

Como disse aqui, o nosso último fim de semana foi mais badalado (tenho 63 anos) que o normal e, no domingo, fomos a uma praia nadável aqui de Vizag. A praia é relativamente perto do Hotel e fomos eu, D e H. Estão rolando algumas manifestações na cidade por conta da separação do Estado em dois (Andhra Pradesh) e, para esse domingo, estavam marcados vários fechamentos de vias. O motorista que tínhamos reservado não pôde nos acompanhar, então tivemos que esperar por um motorista do Hotel. Foi até tudo ok e fomos pra praia por volta de 11 da manhã, então IMAGINEM o Sol do capeta! Coloquei meus óculos redondinhos de garrafa PET, passei meu
Sundown
protetor solar e fui encarar a praia indiana! Chegando lá, tirando as roupas de banho das mulheres, achei até bem parecido com o Brasil. É cheio de barraquinha vendendo quinquilharia e vendedor ambulante (de coco, de chapéu e tal). Escolhemos um lugar bem pra lá, bem deserto para ficar, então conseguimos ficar mais à vontade. Consegui ficar até de biquíni (não tirei o short). Meu negócio com praia é que acho o maior barato de ver as ondas, o mar, ouvir e sentir o vento no rosto, mas não curto tanto entrar no mar com aquela imensidão salgada. Deu pra esquecer por alguns minutos que eu estava tão longe do Brasil. Fiquei de boa, lá, no Sol, olhando nossas coisas, saindo do "branco sulfite" e indo pro "branco parede velha", até que veio um cara de muletas e se sentou perto de mim. Eu, como não entendia nada que o cara falava ignorei e os meninos vieram pra perto de mim. O cara fazia gesto pedindo comida e nós dizíamos que a gente não tinha nada, só água (demos água a ele e o sujeito jogou a garrafa vazia no mar! Vontade de socar level mil.)  . Continuamos lá, conversando até que o cara foi embora e VOLTOOOU com um outro (sem muletas). Daí ficaram os dois lá, um na nossa frente e o outro atrás, pedindo comida e dinheiro e a gente dizendo que não tinha. Isso cansou, ficou chato, então decidimos voltar pro hotel e ficar na piscina.

E o dia passou assim, com bastante Sol, um refresco na água morna da piscina, pizza no almoço e filme bobo pra fechar (o filme foi o Warming Bodies). Quase um domingo rotineiro no Brasil.

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Meu óculos redondinho de garrafa PET e 20 dilmas. Bom pra cegar.
Meu óculos redondinho de garrafa PET e 20 dilmas. Bom pra ficar cega.

só não caí de susto quando vi esse MONSTRO pertiiinho de mim porque estava deitada.
só não caí de susto quando esse MONSTRO pertiiiinho de mim porque estava deitada

esse foi pego no pulão e ficou me encarando uns 05 minutos. Eu virava o rosto e voltava rápido pra ver se ele tentava correr e ele CORRIA! Danado!
esse foi pego no pulão e ficou me encarando durante uns 05 minutos. Eu virava o rosto e voltava rápido pra se ele tentava correr e ele CORRIA! Danado!

Hashtag felicidade
Hashtagfelicidade

Pra quem quiser ouvir, a trilha da manhã foi essa (para ouvir é só clicar na imagem):

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É boa pra ouvir em manhãs de Sol gostoso (achei aqui).


  • Nocturne Op. 9 No. 1 In B Flat Minor (Rubinstein) F. Chopin

  • Lake In The Moonlight Tchaikovsky

  • The Very Thought Of You Ray Noble & His Orchestra

  • Dance Of The Sugarplum Fairy Tchaikovsky

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Miss Vizag e Novotel

Nosso último fim de semana foi mais movimentado que o normal. Como o Dani trabalha de segunda a sábado, acaba que só temos o domingo (e os 700 feriados que essa Terra Linda tem) juntos para ficar de preguicinha ou dar uma volta, mas tivemos um evento no sábado para ir e foi bacana ter todo aquele processo de embelezamento da pessoa. Hahaha - avá! O evento que fomos era o concurso de Miss Vizag, no Novotel (hotel MARAVILHOSO que dá vontade de morar no restaurante e bar - tem chão iluminado! Luzes sempre me ganham muito fácil), mas que foi cancelado por causa de protestos de feministas (acho que femininistas do jeito machista de ser, porque...não combina com o resto todo daqui) berrando no portão. Dava pra ouví-las gritando e eu e o Dani ficamos dublando os gritos com o tipo "Baranga! Sai daí! Eu sou mais Miss que você! Mocréia!". Pra mim, no fundo, bem no fundo, era recalque. Como já estávamos lá no Novotel e já tínhamos nos arrumado e estávamos bonitinhos, resolvemos ficar para jantar. Olha, esse trem de que na Índia não tem carne é lorota demais (mentira, não é tão lorota, tem carne e tal, mas é MUITO caro para o padrão de vida indiano - R$01,00 são mais ou menos 27 rúpias e a maior parte da população ganha mal) porque, mais uma vez, comemos carne e foi uma das mais gostosas da vida!

Bar do Novotel me ganhando só pelo chão
Bar do Novotel me ganhando só pelo chão iluminado
tá. o dani comeu carne e eu comi massa, mas é claro que eu provei dessa belezura.
tá. O Dani comeu carne e eu comi massa, mas é claro que eu provei dessa belezura

*fotos do samsung galaxy sFOOOOUUUURRR (favor ler do mesmo jeito do menino do "Niintendo 64!!" - pra quem não sabe o que é, é só clicar aqui)